Os cafés mais descolados + As Melhores sorveterias de São Paulo

Créditos: Torra Clara

Alô galera de cowboy, alô galera de peão!
Alcançamos as tão sonhadas férias de meio do ano - após aquele fim de semestre castigando com 11 matérias + oficina da faculdade + estágio, mas agora posso comprar minha blusinha de "eu sobrevivi".

Um tempo atrás eu comecei um estágio novo em um Portal sobre arte e cultura chamado O Beijo, e posso dizer que não tem sentimento melhor do que fazer o que a gente mais ama <3

Eis que eu fiz dois posts pro trabalho sobre uma coisa que eu amo: comida <3 Fui encarregada de usar meu conhecimento de lugares para selecionar os cafés mais descolados e as melhores sorveterias de São Paulo. 

Abaixo você pode ser redirecionado para as matérias originais, mas selecionei os highlights de cada um para dar aquele gostinho. Vem comigo:


Foto: Roberto Seba

Entre os destaques estão o café da Tastemade, que abriu na Vila Madalena. O bolo de cenoura (R$10 o pedaço) é muito bom: massa fofa com calda de chocolate meio amargo durinho. Um dos mais descolados é o Torra Clara com uma decoração muito fofa. Não esqueça de pedir o cookie de visitar o King of Fork.


Foto: Ligia Skowronski

As Melhores Sorveterias de São Paulo
Você quer encontrar fácil uma sorveteria gostosa? A Bacio Di Latte é a melhor pedida com 41 lojas na cidade (meus favoritos: Nutellina, Doce de Leite e Pistacchio). Se você quer customizar o sorvete, indico a Cold Stone Creamery (já falei sobre ela aqui) onde você pode adicionar confeitos e doces no seu sorvete. Se quer simplesmente tomar um bom sorvete: Frida e Mina e o Le Botteghe di Leonardo.

Espero que tenham gostado do post <3 
(semana que vem eu vou viajar e vai ter diário de viagem SIM, aguardem!)

Bisous


Crítica: Aquarius

Créditos: Vitrine Filmes        
Alô gente, eu estou viva e sobrevivendo ao fim do semestre universitário! 
Como trabalho para a matéria de jornalismo cultural, fiz uma crítica sobre o filme Aquarius, do diretor Kléber Mendonça Filho e achei válido compartilhar aqui. Espero que vocês gostem!

Pelo direito de dizer não
“Você sabe o que é saber que você não está louca quando todo mundo diz que você enlouqueceu? É isso o que enlouquece”.

A frase é de Clara, uma jornalista e crítica de música aposentada, que aos 65 anos é a última moradora do Edifício Aquarius. Interpretada por Sônia Braga, Clara é a protagonista de Aquarius, o mais recente filme do diretor pernambucano Kleber Mendonça Filho.

O diretor faz parte do chamado “novo cinema pernambucano”, que há dez anos ganha cada vez mais espaço no cinema brasileiro, que tem seu eixo principal como Rio-São Paulo. Seu primeiro trabalho foi Enjaulado, em 1997, e entre curtas e longa-metragens, alcançou grande “louvor” da crítica especializada com o filme O Som Ao Redor - que em 2013, acabaria sendo a indicação do Brasil para concorrer ao Oscar de melhor filme estrangeiro.

Aos 49 anos, coleciona prêmios ao redor do mundo como Sydney Film Festival, Lima Latin American Film Festival, ABC Cinematography Award, Dublin Film Critics Awards, além de ter ganho com Aquarius e o Som Ao Redor, todos os prêmios em que concorreu com no SESC Film Festival e Gramado Film Festival.

Foi indicado ao César e duas categorias em Cannes, onde apresentou Aquarius e causou polêmica ao realizar um ato ao lado do elenco do filme, em apoio a ex-presidente Dilma Rousseff. Durante o evento, a equipe do filme segurou folhas com dizeres em inglês e francês, como “Um golpe tomou lugar no Brasil” e “O mundo não pode aceitar este governo ilegítimo”.

Quando Aquarius começa, conhecemos Clara nos anos 80, com o cabelo no estilo Elis Regina e um sorriso fácil no rosto. Sua paixão por música fica evidente quando, em um breve passeio a praia, se empolga em mostrar ao irmão e duas amigas, uma fita com a música “Another One Bites The Dust”, do Queen.

Tempo depois voltam para a casa de Clara, onde está acontecendo uma festa de aniversário para a tia Lúcia. Ela recebe homenagem dos filhos de Clara, que contam os feitos da tia, como se formar em uma época em que mulheres não tinham grande presença nas universidades, e lutar pela democracia durante a ditadura. Entretanto, a mesma parece não ligar para os discursos, enquanto se distrai com um móvel da sala, lembrando de seu antigo parceiro. Após a homenagem, o marido de Clara pede a palavra.

“Todo mundo sabe que 79 não foi um ano fácil”, diz.

Raw Burguer and Bar

Um dos posts que eu mais gosto de fazer no blog é o de dicas de lugares para visitar - principalmente se for de comida <3 hahaha. E quando a dica é boa, a gente faz com mais gosto ainda!

Eis que um tempo atrás eu descobri o Raw Burguer and Bar, e fui almoçar lá em um sábado com o meu pai e a namorada dele. A hamburgueria/bar fica na Vila Madalena, na esquina da Aspicuelta com a Harmonia. O lugar é bem gostoso com mesas na parte de fora e adesivos na parede.

Assim que você abre o cardápio percebe que 4/5 deles é só com bebidas hahaha. Na minha próxima visita quero ficar no balcão do Raw, que fica do lado de fora, bem fina tomando uns drinks. E como eles oferecem tanta opção, acabei pedindo a caipirinha de uva com chá verde para experimentar.

O drink foi aprovadíssimo! Ainda mais no dia quente que estava quando fomos. Também pedimos uma porção de batata fritas (R$12, acompanha maionese), que veio em estilo batata chips, bem fininho. Até agradou, mas não achamos tudo isso - até acabou sobrando quando começamos os hambúrgueres. Gostamos mais das batatas da Lanchonete da cidade <3 - Da próxima vou preferir experimentar o Mozzarella Stick.

Mas agora vamos ao que importa né? O Raw tem 11 opções de lanchos gostosos. O mais barato custa R$19 (Raw Single Burguer - Pão/Burguer Simples/Queijo Prato/Maionese Raw) até chegar nos principais hambúrgueres da casa por R$35. 

Em vez de pratos, eles são entregues em uma espécie de caixa de madeira - pra ter bastante espaço para sujar, já que a casa é "contra" o uso de talheres. Meu pai pediu o Raw "El Patron" Burguer (R$35), que vem com burguer duplo, cheddar inglês, bacon crocante, jalapeño, tomate italiano, alface picado, maionese de alho e molho barbecue de cerveja.

Raw "El Patron" Burguer

Só de lembrar desse lanche da foto de cima eu já começo a salivar. Quando escolhi o Don Capo (R$35) fiquei meio receosa com o pão de amêndoas - não sou grande fã -, mas ele faz parte da mágica do lanche. Acompanham queijo mussarela, molho de tomates frescos e crosta de parmesão crocante.

Gente do céu. Um dos melhores hambúrgueres da minha vida. Tão alto que é quase impossível comê-lo sem que ele se desmonte. Tão bom quanto o do Holy Burguer. Ás vezes eu sonho com ele na hora do almoço.

Don Capo

The Raw Burguer
Se eu já tinha achado o meu hambúrguer enorme, imagina a minha reação quando chegou o escolhido da namorada do meu pai, o The Raw Burguer (R$35, Pão de cerveja Stout, burguer duplo, cheddar inglês, crispy de bacon, cebola roxa e maionese Jack Daniels.

Depois do nosso banquete, já não havia espaço para a sobremesa da casa - bolo no pote (R$15). Saímos felizes e com 10kg a mais. E enquanto terminava meu lancho, eis que olho pro lado e Alexandre Herchcovitch está sentado na mesa ao lado. Pirei rapidinho e não consegui falar nada hahahaha.

Raw Burguer and Bar super recomendado, principalmente para bater um papo com os amigos e tomando bons drinks - só não dá pra ser uma turma muito grande porque o lugar é pequeno.



Raw Burguer and Bar
Rua Aspicuelta, 176
Vila Madalena

Horários de funcionamento 
Quarta a sexta: 12h-00h
Sábado: 13h-00h
Domingo: 13h-22h

Bisous

A Vista do Edifício Copan

 O Edifício Copan é um dos meus cartões postais favoritos de São Paulo.

Projeto de Oscar Niemeyer (cujas obras eu amo - vide minha visita ao MAC Niterói) nos anos 50, o Copan foi inaugurado em 1966 após algumas alterações no projeto original. O Edifício foi encomendado pela Companhia Pan-Americana de Hotéis (por isso, o nome Copan) e inspirada no Rockefeller Center, em Nova York, que juntava residências com um centro comercial.

Para felicidade dos muitos turistas que passam lá todos os dias, é possível subir os 35 andares do prédio duas vezes ao dia para visitação (10h30 e 15h30, respectivamente) de segunda a sexta.

A fila começa a se formar cerca de meia hora antes de cada visitação, e depois de assinar seu nome na lista de visitantes, os funcionários do Copan te levam até outro bloco, para pegar um elevador que rapidamente sobe até o trigésimo quinto andar, e você sobe mais duas escadas até o terraço. E quando chegar ao terraço, é só aproveitar a vista! 

Dessa vez fui equipada com um tripé e uma câmera com lente grande angular para fazer algumas fotos para um projeto da faculdade. Uma amiga foi junto comigo, e como ela nunca tinha visitado o Copan, banquei a guia turística haha.
  
Já visitei o Copan três vezes (uma delas registrada nesse post com dicas do que fazer se você só tem um dia em São Paulo) e infelizmente nessa última visita o tempo estava fechado, mas mesmo assim a magia continua. Já fui com gente que conhece muito bem São Paulo e amigos de outra cidade, e ambos ficam encantados.

São Paulo vira um mar de prédios, parece que não acaba - deve ser a coisa mais linda do mundo ver a cidade de noite, do Copan. Para os que podem, o Terraço Itália, que fica do lado realiza jantares com vista de 360 graus - fica a dica para o dia dos namorados e datas especiais!

  Se a Barbie morasse em São Paulo, com certeza esse seria o apartamento dela!


And the walls keep tumbling down in the city that we love


Não é o ângulo reto que me atrai.                                                                   Nem a linha reta, dura, inflexível,
criada pelo homem.
O que me atrai é a curva livre e
sensual. A curva que encontro nas
montanhas do meu país, no curso sinuoso                                                       
dos seus rios, nas nuvens do céu, no corpo
da mulher amada.
De curvas é feito todo o Universo.
Oscar Niemeyer

Clique da amada Isabel Rocha



Edifício Copan
Av. Ipiranga, 200
Centro

A vista do Copan é linda, mas eu prefiro ver São Paulo no alto do Edifício Martinelli (já fiz post sobre minha visita ao Martinelli aqui), que também considero mais preservado que o Copan.
 
Quem já foi no Copan e/ou Martinelli, me fala nos comentários como foi a visita e qual prefere. E quem quiser dar dicas de lugares legais para ver São Paulo de cima , pls <3

Bisous

Museu Catavento

Esse semestre eu tenho aulas de jornalismo cultural na faculdade, e uma das tarefas da disciplina foi visitar um museu de São Paulo para criar uma matéria sobre o local. O Museu Catavento foi o escolhido pelo meu grupo, e eu fiquei feliz porque tenho um carinho especial pelo espaço desde que meu pai me levou lá pela primeira vez, quando eu tinha uns 10 anos.

O Museu foi projetado pelo Ramos de Azevedo e o Domiziano Rossi (os mesmo s que projetaram a Pinacoteca e o Teatro Municipal) em 1911 para abrigar exposições e até chegou a ser sede da cidade. Em 2009, foi transformou-se em Museu Catavento Cultural.

O museu é dividido em quatro seções: Universo, que ensina sobre o espaço sideral com simuladores de espaçonaves e até uma balança para você saber quanto pesaria se morasse em outros planetas, Vida, que estuda a biologia dos seres humanos e outros animais, Engenho, que fala sobre as criações do homem, do cinema até o equilíbrio de pontes, e Sociedade que trabalha questões sociais como as consequências do uso de drogas - todas repletas de recursos tecnológicos e interativos.


O Catavento é o lugar ideal para levar os seus primos pequenos para um passeio. Eu lembro de ter ficado encantada da primeira vez que fui lá (ainda fico!) e vi toda a matéria maçante dos livros escolares em linguagem didática.

Eles propõe atividades como pedalar em uma bicicleta até gerar energia suficiente para ascender a lâmpada, e em seguida explicam como o processo acontece - você brinca de aprender.

Vá de tênis e prepara-se para andar muito nos três andares do museu - e quando estiver no último andar, vá no terraço para ter uma visão de cima da cidade, dá para ver o Banespão <3
O lugar durante a semana recebe muitas excursões de escolas, mas fica realmente cheio durante o sábado, quando a entrada é gratuita. Vale lembrar que o museu não aceita cartão de crédito para o pagamento da entrada - descobri da pior maneira possível.

Vale o elogio também para os monitores que são super bem treinados e ficam sempre a disposição para explicar alguma dúvida ou orientar como chegar em algum lugar do museu.

E é claro que eu aproveitei a estrutura linda do museu para tirar mil fotos para alimentar o meu Instagram (me segue lá, é @queenstephanies) e deixo duas aqui no post.

Foto: Isabel Rocha

Foto: Isabel Rocha

Museu Catavento Cultural e Educacional
Pq. Dom Pedro II
Av. Mercúrio s/n - Brás

Horários de funcionamento: Terça a domingo, 9h às 16h

Ingresso: R$6 (inteira)/R$3 (meia)/Gratuito aos sábados

Bisous

Jornalismo

  Foto: Luiza Marques

Antes de me apaixonar pelo jornalismo, eu me apaixonei pelas palavras. Desde a primeira série quando a professora disse que a minha redação era a melhor da sala (e vocês sabem como eu gosto de receber elogios para inflar meu ego), nunca mais parei de escrever. Minha tia, jornalista, durante as minhas férias, e  antes dela ir trabalhar, me dava um beijo depois do almoço, porque só Deus sabia que horas ela ia voltar. Passei os anos pensando que jamais seria jornalista. Como é que alguém aceita não ter hora pra voltar pra casa?

No princípio, era Letras, vida de escritora e quem sabe aulas de literatura?
Descobri que eu era privilegiada, e que nem todos tinham acesso às informações que eu tinha. Viajei, fui em shows, frequentei bons restaurantes, assisti boas peças de teatro e conheci pessoas incríveis, dessas que você pensa, "todo mundo devia conhecer fulano!". Entendi que o que eu realmente queria para vida era contar para as pessoas um pouco do que eu via, aprendia e de tudo que acontecia no mundo.

 

Jornalismo, será que nascemos um para o outro? Um dia, quando já estava no ensino médio, minha mãe sugeriu que eu visse a grade do curso nas universidades. Foi amor a primeira vista. As matérias do curso tinham um pouco de tudo, e de tudo um pouco.
 

Escolhi jornalismo para nunca parar de aprender.
 

Nem tudo é um mar de rosas. Não são todos os dias em que eu sou apaixonada pelo jornalismo. Mas ele sempre me reconquista, e me torna mais humana. Eu tenho a possibilidade de aprender e compreender as outras realidades, que não a minha.
 

As editoras cada vez mais tem cortes de funcionários, as revistas fecham e os turnos não acabam no horário do contrato. E ainda sim, eu ando em direção ao caos.
 

De vez em quando vem alguém contestar, "tem certeza?", "É tão difícil conseguir emprego em revista", "o papel vai sumir", mas cada vez que eu vejo o meu nome do lado de uma matéria que eu fiz.... Ah, a sensação é mágica. Ás vezes, de surpresa, alguém vem elogiar um texto, um vídeo ou uma foto que eu fiz, e por ter refletido sobre o que eu escrevi. Dai então eu penso, "É por isso que eu faço o que eu faço".

Jornalismo é gastar o sapato de tanto andar, ouvir antes de falar, prestar atenção ao seu redor. Um parabéns atrasado para todas as raposas que escolheram esta profissão, e ainda acreditam no nosso papel na sociedade.
Eu (ainda) acredito no jornalismo.

7 de abril - Dia do Jornalista

Special Thanks: para todos que gastaram sola de sapato comigo por acreditar nas minhas ideias, subiram e desceram ruas de São Paulo na noite, sentaram comigo no chão de baixo da ponte para entrevistar moradores de rua, aceitaram minha ideia de bater na porta para tentar entrevista, me deram conselhos, leram minha matérias, me colocaram em contato com alguém etc, vocês são show <3 That's What I Do What I do

Millie Bobby Brown para a Converse

 Converse/Youtube

Os famosos tênis Chuck Taylor (também apelidados carinhosamente de All Star) muito provavelmente fizeram parte da sua infância ou da sua adolescência, como símbolo de algo "legal". Mas agora, você vai lembrar dos mesmos de maneira ainda mais legal porque a estrela da campanha dos 100 anos do modelo é a Millie Bobby Brown - a Eleven, de Stranger Things.

A converse fez um vídeo com a atriz, para a campanha "Forever Chuck", onde relembram dois filmes com personagens que usaram o modelo - Clube dos Cinco e De Volta Para o Futuro, dois filmes de 1985 que nós amamos <3 Confira abaixo:


A Millie tem apenas 12 anos, mas já vem chamando atenção dos fashionstas. Recentemente fechou um contrato com a agência IMG, a mesma que representa a Gigi Hadid. Além da Converse, a atriz mirim foi apresentada como o novo rosto da Calvin Klein e participou de uma reunião com a Louis Vuitton.

Fotos: Converse

Simplesmente Millie <3

Bisous
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